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JANG SARANG
Jang Sarang nasceu no coração de uma revolução que ela nunca pediu para fazer parte. Filha única de dois alfas influentes, um estrategista militar aposentado e uma advogada que liderava marchas e discursos com a mesma precisão com que cortava argumentos no tribunal, Sarang foi criada dentro de uma casa que mais parecia um quartel. Enquanto outras crianças tinham histórias de ninar, ela ouvia relatos de guerras, golpes de estado, rebeliões abafadas e vitórias amargas. Cresceu aprendendo códigos morais rígidos, estudando táticas, sendo doutrinada com ideologias que gritavam "resistência" até no tom do café da manhã. Mas Sarang nunca quis lutar. Ou melhor: ela queria lutar, mas não daquele jeito.
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biography
Desde cedo, sentia um desejo ardente de fazer o oposto do que seus pais exigiam, tingir o cabelo, ouvir música pop ao invés de hinos revolucionários, fumar atrás da escola, beijar quem quisesse sem que isso se tornasse uma bandeira. Mas o medo de decepcioná-los era maior que a vontade de se rebelar. Ela era um lobo domesticado. Durante a adolescência, sua revolta se disfarçou em silêncios, olhares duros e uma apatia calculada. Nunca quebrou regras, mas também nunca sorriu nas fotos de família. Aos 20 anos, sufocada pelo peso do nome que carregava e pelas expectativas sufocantes, Sarang tomou sua decisão mais radical: aceitou uma bolsa de estudos no exterior e se mudou para Neukdae, uma cidade onde ninguém a conhecia, onde os sobrenomes não pesavam toneladas, onde ela poderia finalmente experimentar o anonimato. O que era para ser uma temporada breve se tornou um novo lar. Lá, sem os olhos dos pais e da velha guarda da militância, Sarang reconstruiu a si mesma com uma frieza metódica e uma independência feroz. Quando terminou os estudos, ao invés de voltar para casa como prometido, prestou concurso e se tornou detetive na Delegacia de Polícia de Neukdae, um lugar que seus pais consideravam um braço do sistema que sempre combateram. Mas Sarang não via assim. Na delegacia, ela descobriu uma forma de justiça que fazia sentido para ela, silenciosa, prática, precisa. Cada caso resolvido era como um gesto de revolta pessoal: ela não derrubava regimes, mas desmantelava redes de tráfico, expunha esquemas sujos, devolvia rostos às vítimas esquecidas. Era o tipo de rebeldia que seus pais jamais entenderiam: obedecer à ordem para confrontar o caos. Hoje, Sarang é temida e respeitada dentro da força policial. Usa o cabelo preso, roupas sóbrias e anda com passos calculados, mas carrega nos olhos um cansaço ancestral. Aqueles que a conhecem bem dizem que ela é feita de gelo por fora, mas por dentro guarda uma primavera que nunca floresceu. Ela nunca se assumiu como rebelde. Nunca precisou. A rebelião dela foi sobreviver sendo quem é, dentro de um mundo que queria moldá-la em outra forma. E, no fundo, talvez seja isso que a torna tão boa detetive: Sarang sabe ler mentiras, porque passou a vida inteira tendo que fingir.
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OOC : mel, she/her, +21
Bem vindos ao pequeno mindinho da Sarang, obrigada por aceitarem fazer parte dele e espero que seja agradavel o suficiente para fazê-los ficar por um longo tempo. Jang Sarang é apenas uma personagem que criei com muito carinho, as atitudes e falas dela são totalmente interpretativas e apenas para fins de jogo.
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connections
UNDERCURRENTS
Sarang nunca confiou facilmente, mas Nali apareceu em sua vida como uma presença constante e inesperada, aquele tipo de pessoa que parece enxergar através das armaduras. Aos poucos, tornou-se alguém cuja voz consegue acalmar até os piores dias na delegacia. (closed)
MOTH TO A FLAME
Ela sabia que se aproximar de muse seria um erro, impulsivo, perigoso, envolto em segredos que ela deveria investigar, não se apaixonar. Mas Sarang nunca foi boa em seguir regras quando o coração está em risco. (open, f/m)
SOFTENED EDGES
Desde que conheceu Sukja, Sarang descobriu que ainda é capaz de rir sem pensar demais, de confiar sem medo de cair. É a única pessoa com quem ela se permite baixar a guarda e falar sobre o passado — mesmo as partes que ela nunca contou a ninguém. (closed)
INTO THE SHADOWS
Muse é alguém do passado — talvez da Coreia — que ressurge anos depois, trazendo segredos e memórias que Sarang passou a vida tentando enterrar. Agora, com vidas em jogo e verdades na linha, ela precisa decidir se encara o que ficou para trás ou se deixa escapar de novo. (open, f/m)
STEEL & SILK
Muse é uma promotora (ou advogado/a, jornalista, etc.) com quem Sarang frequentemente bate de frente. Os dois vivem em conflito, mas também se respeitam profundamente, a tensão entre eles é visível, e ninguém sabe se a próxima discussão termina em briga ou no próximo caso do departamento. (open, f/m)
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JANG SARANG é alguém que prefere cafés amargos a conversas longas e encontra conforto no silêncio da sua própria companhia, ou no ronronar da sua gata, Cherry, sua companheira fiel de todas as madrugadas. Sarang tem uma queda não declarada por romances policiais antigos, que lê em segredo entre um caso e outro. Embora raramente demonstre, tem um carinho especial por doces de arroz e chá preto com mel, memórias suaves de um tempo em que o mundo parecia menos afiado. Sarang é metódica, perspicaz, reservada, fiel e profundamente intensa quando se permite sentir. Seu maior desejo atualmente é manter a paz que construiu em Neukdae e seguir fazendo justiça à sua maneira, como detetive da Delegacia de Polícia de Neukdae, onde encontrou um tipo de propósito que vai além de ideologias e trincheiras. Apesar da fachada impenetrável, há uma doçura discreta em Sarang, visível apenas para quem sabe observar: o modo como ela conversa com Cherry como se a gata pudesse responder, ou como mantém bilhetes guardados de pessoas que já se foram. Ela não manda mensagens longas para ninguém, não é de ligações ou demonstrações teatrais, mas se alguém faz parte da sua rotina, Sarang encontra uma forma de mostrar que se importa. Mesmo que seja só passando no mercado para comprar a fruta favorita de alguém. Mesmo que nunca diga em voz alta.
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extra
FAVORITE THINGS...
— Café forte, sem açúcar. Não é só um vício, é um ritual. Sarang começa todos os dias com uma xícara e não confia em quem toma chá verde pela manhã.
— Noites silenciosas e o frio sutil. Ela ama quando a cidade desacelera, quando o ar fica mais gelado e o cobertor, mais pesado. Cherry costuma se enrolar aos seus pés nessas horas.
— O ronronar da Cherry. Às vezes parece a única coisa que consegue acalmar a mente dela depois de um dia inteiro na delegacia.
— Livros de crime e tragédia. Sarang lê compulsivamente, principalmente romances policiais e relatos reais — talvez por sentir que, ao ler sobre dor, consegue entender melhor a sua própria.
— Organização. Tudo tem seu lugar. Tudo precisa estar em ordem. Ela acha paz no controle, mesmo quando a vida insiste em ser caótica.
— Silêncio confortável. Sarang valoriza quem consegue ficar ao seu lado sem precisar preencher o espaço com palavras.---LESS FAVORITE THINGS...
— Calor intenso. Detesta dias abafados, suor na nuca e sol no rosto — tudo que a faz perder a paciência mais rápido.
— Mentiras por “proteção”. Sarang já teve muitas verdades escondidas dela com a desculpa de que era para o seu bem. Não perdoa fácil esse tipo de coisa.
— Injustiça e impunidade. Vê-la explodir de raiva é raro, mas nada acende esse fogo mais do que a sensação de que alguém está saindo impune.
— Violência contra quem não pode se defender. Crianças, animais, idosos. Há crimes que ela não consegue processar sem se abalar profundamente.
— Demonstrar vulnerabilidade. Chorar na frente dos outros não faz parte do seu repertório. Ela aprendeu cedo que fragilidade é usada contra você.
— Abandono. Por trás da armadura, há uma cicatriz: ser deixada sozinha por quem prometeu ficar. É por isso que ela hesita tanto em se apegar.
— Desorganização emocional. Gente que não sabe o que quer, que some e aparece quando bem entende... Sarang prefere distância.












